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Álvaro Brandão Apocalypse Seus trabalhos foram premiados em diversos salões, destacando-se: XI, XII, XVII e XX SMBA, BH (1956/57/62/65); VI e VII Festival de Arte da UEE, MG (1957-58); Festival de Artes Plásticas de Uberaba, MG (1960); Salão de Arte Moderna de Pernambuco, Recife (1962); Bienal Nacional da Bahia, Salvador (1966), IX BISP (1967); Salão da Aliança Francesa, BH (1969); prêmio Molière de teatro pela direção de Cobra Norato (1980); troféu João Ceschiatti, pela direção do espetáculo As Relações Naturais (1984); Prêmio de cenografia do Festival Brasileiro de Cinema de Brasília, pela criação dos bonecos de A Dança dos Bonecos (1986); troféu Ganga Bruta de Cinema, MG, pela criação dos bonecos para o filme A Dança dos Bonecos; troféu João Ceschiatti, pela criação dos cenários para a peça As Criadas (1987); Prêmio Fundep/UFMG, BH (1988), e bolsista da Fundação Vitae (1993). Em 1965, foi escolhido 'Personalidade do Ano no Setor de Artes Plásticas' (1965). É agraciado também com Medalha da Inconfidência, oferecida pelo governo de Minas Gerais, em Ouro Preto (1990); Medalha Pioneiros do Festival de Inverno durante a 25ª edição do festival, em Ouro Preto (1993); Medalha Santos Dumont - Grau de Prata (1994) e a Medalha Dr. Lund, oferecida pela comunidade de Lagoa Santa, MG (1994). Em 1998, recebe o Prêmio Multi Cultural Estadão pelo trabalho no Giramundo Teatro de Bonecos. Seus trabalhos estiveram presentes nos seguintes salões: Salão de Uberaba, MG (1957); XVI SMBA, BH (1961); Salão Paulista de Arte Moderna, SP (1961-62); Salão de Pernambuco, Recife (1962); XVII SMBA, BH (1963); I Salão de Ouro Preto (1967) e XXI Salão Nacional de Artes, MAP, BH (1979). Teve Sala Especial no SMBA, MAP (1968-79) e no V Salão Global de Inverno, Palácio das Artes, BH (1977). Integraram também significativas mostras coletivas, tais como: Alunos de Guignard, Edifício Dantés, BH (1956); Desenhos de Bar, Grande Hotel de Belo Horizonte (1962); O Artista e o MAP, BH (1962); exposição de inauguração da galeria da AMAP, BH (1963); Artistas Mineiros na União Israelita Brasileira, BH (1963); inauguração da galeria Grupiara, BH (1963); Galeria ICBEU, Rio Grande do Sul (1963); Brazilian Contemporany Artists, Embaixada do Brasil, Lagos, Nigéria (1963); Artistas Mineiros na Galeria Atrium, SP (1964); Artistas Mineiros na Espaço Galeria de Arte, Porto Alegre (1965); Artistas Mineiros no Hotel Nacional de Brasília (1966); Brazilian Artists From the State of Minas Gerais, Galeria do Brazilian American Cultural Institute, Washington, EUA (1966); 10 Artistas Mineiros, Banco Nacional de Minas Gerais, SP (1968); Galeria Mirante das Artes, SP (1968); Arte de Minas, MAM-Bahia, Salvador (1969); Tres Aspectos del Dibujo Brasileño Contemporaneo, itinerante pelos países da América Latina (1969); Desenhistas de Minas, Galeria ICBEU, RJ (1969); Collection Brésil, Cité Internationale, Paris (1971); Exposição Didática, Reitoria da UFMG, BH (1971); Coleção Gilberto Chateubriand, Galeria ICBEU, RJ (1973); Palácio das Artes, BH (1977); O Artista e a Obra, Atelier de Arte (1973); Valores Permanentes da Arte em Minas Gerais, Galeria AMI (1974); Homenagem a Villa Lobos, Palácio das Artes, BH (1978); Desenhos, Fundação Mokiti Okada, BH (1990); Pequenas Obras de Grandes Artistas, na Galeria Novo Tempo (1995); A Cidade e o Artista: Dois Centenários, BDMG Cultural, BH (1996); Consolidação da Modernidade em Belo Horizonte, MAP, BH (1996) e Centro Cultural UFMG - 10 Anos, mostra comemorativa dos dez anos de atividade desse espaço cultural, com curadoria de Fernando Pedro e Marília Andrés Ribeiro (1999). Realizou exposições individuais na Galeria do ICBEU, BH (1965); Chez Bastião, BH (1967-71); Galeria Adega, BH (1968); Galeria AMI, BH (1972/74/76/79); Galeria Grupo B, RJ (1974); Novo Tempo Galeria de Arte, BH (1988-94); Exposição de pinturas juntamente com Terezinha Veloso, Museu de Stuttgart, Alemanha (1987) e em Charleville-Mézières, França (1988); Centro Cultural UFMG, BH (1998); Galeria Quadrum, BH (1998). Realizou painéis e pintura mural para a Mineração Minas Gerais, BH (1969); Caixa Econômica Estadual, BH (1973); Reitoria da UFMG (1973); Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, BH (1979); Caixa Econômica Estadual, Uberaba (1979); Grupo Escolar Maria Magalhães Pinto, BH; Aeroporto de Confins (1984); Construtora Líder, BH (1990); Teatro da Cidade, BH (1991). Fez gravuras para os álbuns Minas, a terra, o homem, UFMG (1968), Minas de Drumonnd, UFMG (1973) e Minas de Guimarães Rosa, UFMG (1977). Fez ilustrações para a revista Alterosa e para o Suplemento Literário do Minas Gerais e capa e/ou ilustração para os livros: Ciclo de Barro, de Márcio Sampaio; Invenção da Rosa, de Pierre Santos, O Ermo, de Libério Neves, Uma Tragédia Anti-Florentina, de José Nava, O Dia de Ver Meu Pai, de Vivina de Assis Viana. No ano 2000, Álvaro integrou ao complexo da Lagoinha, em Belo Horizonte, a tríplice escultura Peixes e vinte e dois protetores de árvores construídos em chapas de ferro. Criou também duas marionetes para o filme Castelo Ra-Tim-Bum, de Cao Hamburguer. À frente do Giramundo Teatro de Bonecos, criou, coordenou e dirigiu mais de trinta espetáculos, no ano 2000, o grupo inaugurou, em Belo Horizonte, o Teatro Giramundo, remontando sua primeira peça, A Bela Adormecida. Ao completar trinta anos, em 2001, a história do Grupo Giramundo é contada através de um vídeo-documentário, dirigido por Mariana Tavares, e um CD-ROM, ambos produzidos pela C/Arte Projetos Culturais. Seus trabalhos foram inseridos nas publicações: Dicionário das artes plásticas no Brasil, de Roberto Pontual (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969); A Escola Guignard na cultura modernista de Minas - 1944-1963, de Ivone Luzia Vieira (Pedro Leopoldo, MG: Companhia Empreendimento Sabará, 1988) e Um século de história das artes plásticas em Belo Horizonte, organizado por Marília Andrés Ribeiro e Fernando Pedro da Silva (Belo Horizonte: C/Arte: Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1997). Tem obras nos acervos do MAP, campus da UFMG; Escola Guignard e Aeroporto de Confins. |