HÉLIO OITICICA
Nasceu no Rio de Janeiro, 1937, onde faleceu em 1980. Artista plástico e conceitual.
Estudou pintura com Ivan Serpa no MAM-RJ (1957) e integrou-se ao Grupo Frente
(1955-56). Atuou no Movimento Neoconcreto (1959-1961) e na organização da Nova
Objetividade Brasileira (1967). Criou os
Metaesquemas (1958), desenhos de forma simples que
visavam estimular o olhar e a mente; os
Bólides (1964), caixas sensoriais abertas à
participação pública; os
Parangolés (1965); os
Penetráveis (1967); os
Apocalipopóteses (1968), propostas ambientais coletivas. Participou da IV, V, VII, VIII, XIV BISP (1957/59/63/65/77)
e, como artista convidado, da XXII BISP (1993); Sala Especial na Bienal Nacional da
Bahia (1966); Bienal de Paris (1967); Tóquio (1967); Bienal Brasil Século XX, SP (1994).
Participou das seguintes coletivas: I Exposição Nacional de Arte Concreta, MAM-RJ e SP
(1956-57); Konkrete Kunst, Zurique (1960); Opinião
65, MAM-RJ (1965); Opinião 66,
MAM-RJ (1966); Vanguarda Brasileira, Reitoria da UFMG, BH
(1966); Nova Objetividade Brasileira, MAM-RJ (1967);
Apocalipopóteses, Aterro do Flamengo, RJ (1968);
Information, MoMa, Nova York (1970). Fez as seguintes individuais: MAM-RJ (1961);
Whitechapel Gallery, Londres (1969), onde fez uma retrospectiva de suas experiências artísticas.
Foi homenageado com retrospectivas póstumas na Galeria São Paulo, SP (1986), e
itinerantes em Paris, Roterdam, Barcelona, Lisboa e Mineápolis (1992-94). Foi um dos artistas
mais radicais da neovanguarda brasileira, tendo recebido como homenagem o Museu
Hélio Oiticica, RJ. Foram publicados vários livros sobre sua obra, entre eles
Aspiro ao Grande Labirinto, de Luciano Figueiredo;
A Invenção em Hélio
Oiticica, de Celso Favaretto; Hélio Oiticica, Qual é o
Parangolé?, de Waly Salomão.
|